terça-feira, 24 de abril de 2012

HELENA: DE CORAÇÃO...

                   Helena: Triste!
Do alto do seu desencanto...
Grita: Como um ator sem nome!
Num teatro.  Em sua agonia!

Ela porem: já mais vivera ...
Em quanto sonha: Helena sorria!

Em  desatino: Ela sofria!
...Espera  encontrar...
Seu principe amado!

 Desejando, que ele lhe trouxesse flores:
Helena sorria!
Cada palavra dizia...
Cada gesto seu...
A cada abraço... Ah! Quem me dera...!
Me,  levarás a loucura!

Cada beijo meu, em tua face,
Me, revelará mais pura!

Sou alma encantada !
...Alguém sem cura!
Sou corpo sem guia!
Sou doida de pia!
Meu corpo carente...!                                                                                     
Chamando seu nome!                                                                                                                            
Me,  chamo Maria:
  De coração!


 ...Mulher com fome...
Sou tristeza pura

Tirem na-a daqui,
Todas essas flores espalhadas 
 Pelos chão!
 Elas espinham meu corpo:
Aranhando meu peito
 Furando meu coração!



 No alto do meu desencanto:
Sou um corpo sem cura
...É alma sem coração!

Diante de sua desilusão,
Em seu delírio mais profundo...
Helena só tem uma razão:
Ela só queria ser amada !!!

Gildo Nascimento.

sábado, 14 de abril de 2012

DIANTE DA MINHA TRISTEZA

 
Cá estou tão só...
So o silêncio do meu quarto
Me faz sonhar!      
                                                   
O vento com sua alma, lá fora: É o mesmo à me tocar!
Entoa um silêncio tão profundo, desfaz de mim... Me deixa em pedáços!
Dos meus olhos, escorrem lágrimas pelo chão!
As paredes do meu quarto, estão apagadas.
Minha alma: É toda solidão...
Minha cama está vazia.
Em meu corpo: A parca da paixão!
Em minha mente: Palavras que de mim não sai!

Daqui de minha janela...
Diante de minha tristeza: Eu te procuro e não te vejo! 
Mas só a minha saudade... Que de mim, não sai: Se faz presente...!

Por horas... Aqui... Presa: Parte de mim,
Se disfaz!
                                                                             Até que você apareça: Ficarei a te                                                                                                         esperar!
                                                                             Minha cama está vazia.
                                                                             Em meu corpo; a solidão;
                                                                             Das madrugadas!

Nesse momento, sabedoras que são:                                                      
De toda minha saudade: As árvores que estão la fofa:
Também se disfaz...!
Não podem me ver e, nem me tocar. 

A muito eu: Simplesmente não existo mais!
Hoje: me resumo a nada!
Sou somente: Um resto à mais,  de uma saudade esquecida...
Que o tempo não encontrará. 
jamais !!!

          Gildo Nascimento.




domingo, 8 de abril de 2012

A DONA DO MUNDO


                             
 Quando as chuvas de inverno chegarem...


E não tiveres mais verão!
E que so, sua saudade se fizer latente...            
E seus olhos se perderem!
Na desilusão!

É assim que será...
Teu coração!
Sem vida, sem nada!
Uma razão que não tem cura!
Que deixará uma tristesa em seu peito!
         ...Lembrarás de mim!

...Sentirás de mim; tanta saudade,
Que seu coração vazio; se desintegra-rá!
E por um segundo me verás... Inteiramente;
Refletido em seu medo ...De me perder!

E que por um segundo;
Nada mais que um segundo.
A vida; tão bela, te fará! 

Até que as chuvas de verão
Possa voltar...
E de ti; renascerás!
E te farás; a dona do mundo!

                  Para que dinovo,
                  Possa sonhar!!!

                                       Gildo Nascimento.

A CHAVE DO MEU PEITO


Voa livre passarinho!
Te dei asas pra voar.
Só não esqueças o caminho;
Se um dia quiser voltar!
Mesmo assim, se te esqueceres;
Não morras de solidão,
Leve a chave do meu peito.
Lá está meu coração!!!


                   Gildo Nascimento.